As 9 bibliotecas mais legais da ficção
Você é um amante dos livros? Então descubra as bibliotecas que fazem a cabeça dos personagens da ficção
Biblioteca Comunitária Wolgran Junqueira Ferreira
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Existe uma lei, a 12.244/10, que diz que todas as escolas devem ter uma biblioteca até 2020. Esta semana (14/10/2013) um projeto de lei parecido chamou a atenção ao passar pela comissão de educação do Senado. Ele pede a criação de bibliotecas em escolas de ensino básico no prazo de três anos após a publicação da lei. Primordial, e como a primeira, de difícil execução.
No último dia 12 de julho, Malala fez um discurso histórico na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, quando disse que os esforços para silenciá-la foram em vão. A ativista afirmou que as pessoas que a balearam têm medo de livros, de canetas e das mulheres. "Uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo", declarou na época.
Este é o lugar mais fácil, simples e eficaz. Tenha livros, gibis e
revistas na sua casa e inclusive, principalmente dentro do banheiro.
Você não gosta de ler, mas quer incentivar seu filho? Leia alguma coisa,
mas não fique falando dos benefícios daquilo que você não conhece, pode
ser pior e será. Seja exemplo e não venha com aquele papo do "faça o
que eu digo, não faça o que eu faço" seu filho vai fazer o que você faz e
ponto.
O apelo crescente do texto digital, que pode ser visto em qualquer tela, coloca em dúvida qual será o papel da biblioteca tradicional no futuro. O receio é que elas sejam abandonadas em troca da conveniência das versões digitais. ![]() |
| BiebBus, uma biblioteca holandesa para as crianças, em que se aproveitou um contêiner. |
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| Biblioteca Pública McAllen (Texas) construída num terreno abandonado. |
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| Biblioteca Pública Jackson ( New Hampshire) convertida a partir de um celeiro. |
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| Fachada da Biblioteca de São Paulo |
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| Fachada da Biblioteca Pública do Acre Existe um lugar agradável e acolhedor, em geral um prédio, onde não há nada à venda e mesmo assim é possível passar o tempo. Para quem gosta de andar pela cidade ou às vezes tem intervalos entre um compromisso e outro, as bibliotecas são um convite à pausa, mesmo que pequena, na correria dos dias. Atualmente, elas estão entre as poucas construções urbanas abertas ao público em que não se paga para entrar nem se vai atrás de algum produto para consumir - e vêm se transformando em centros onde as letras, os livros e a leitura dividem espaço com todo tipo de atividades culturais. Em O Amor às Bibliotecas (Ed. Unesp), o francês Jean Marie Goulemot faz um elogio a esses espaços únicos nas cidades. Começa se queixando dos significados que dicionários e enciclopédias dão à palavra, tratada principalmente como uma coleção de livros. "Eu me pergunto por que os dicionários - será um sinal dos tempos? - nunca empregam a palavra `leitura¿ em sua definição da biblioteca. Para mim, uma biblioteca é primeiro um lugar onde se lê." Em seguida, toca um ponto que aparece sempre associado aos livros e aos espaços que os guardam: "A ideia de silêncio não pertence mais à nossa cultura: nossos contemporâneos gostam do barulho, embora se queixem dele. O walkman, ouvir música em volume muito alto, o uso de veículos de escapamento barulhento ilustram essa necessidade do barulho como para se dar a ilusão de que não se está sozinho, frente a frente consigo mesmo". Um ponto de vista diferente do de Goulemot, mas também amoroso com as bibliotecas, pode ser encontrado em uma visita a elas. Não espere templos de silêncio absoluto, dedicados a sábios cuja concentração não pode ser perturbada. Além de espaços pensados para estimular a leitura, elas são ponto de encontro para conversas e trabalhos e agregam atividades como pequenos shows e projeções de filmes. Um local feito para acolher o que vem da rua, os leitores e os hábitos dos tempos de hoje. O livro e a leitura são os pontos para onde tudo converge, mas não mais os únicos atrativos. Existe espaço para o silêncio, mas também para conversar e fazer atividades em grupo. A biblioteca se mostra preparada para abrigar a diversidade das intenções. DUAS BIBLIOTECAS, UMA PROPOSTA Duas bibliotecas, pontos extremos de um mesmo perfil, ilustram como esses espaços podem se integrar à vida da comunidade e, se mais valorizadas, passar a fazer parte das nossas vidas. Uma fica em São Paulo, a 1500 metros da movimentada Marginal Tietê. Outra ocupa uma esquina da praça da Revolução, em Rio Branco, no Acre. Para ler a matéria na íntegra, clique aqui. “Silenciosas ou não, as bibliotecas de hoje estimulam (não só) o gosto pelos livros, e merecem ser visitadas“ Confira abaixo algumas fotos das Bibliotecas. Biblioteca de São Paulo |
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| Biblioteca de São Paulo |
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| Biblioteca Pública do Acre |
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